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Clóvis Júnior

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CLÓVIS JÚNIOR (1965) “Cores fortes, contornos marcantes, o caju reinando como simbologia matriz, iconografias que contam a história festiva e alegre de nosso povo, apreciar uma obra de Clóvis Júnior é deixar a folia tomar conta do nosso imaginário e ao mesmo tempo imergir em um universo de figuras folclóricas que representam tradicionalmente o nordeste do Brasil e sua rica diversidade”


Emí Garcia - Curador e Promotor de Arte


“A percepção da cor depende da maneira como o cérebro interpreta a distribuição do comprimento de ondas de luz que penetra nos olhos. Por isso, ela tanto pode ser analisada sob o aspecto físico/óptico, no que diz respeito à natureza da luz, ou fisiológico/visual, quando se pensa na forma como o olho vê a cor. Essa breve reflexão surge a respeito do impacto estético das telas de Clóvis Júnior. A intensidade de suas cores chama a atenção pela criação de massas visuais separadas por contornos finos. O recurso dá aos seus trabalhos grande leveza e as figuras parecem flutuar no espaço nas mais diversas situações.”


Oscar D'Ambrosio - jornalista e autor de importantes livros, é Mestre em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil) ).


“Sabemos que muitas qualidades nascem da simplicidade. Do simples, podemos conhecer o elementar de algo. No caso, refiro-me à simplicidade com que Clóvis Júnior mostra o seu (e nosso) mundo em suas obras. O artista é objetivo, conciso e lida com elementos de seu cotidiano para nos remeter a um patamar sonhador e encantador. Para Clóvis, não há divisão entre o viver e o pintar. A sua criatividade nasce facilmente, recriando imagens que marcaram a sua infância com elementos atuais de convívio. Situações do dia a dia também servem de foco criativo para compor as obras; histórias e estórias se unem.”


Paulo Cheida Sans - Associação Brasileira de Críticos de Arte - São Paulo - SP


“A ideia de um caju como órgão de seminação de vida e cor não me sai do coração. Aves-do-paraíso, cães danados e pavões invadem o dia a dia da cidade e do campo paraibano, e o milagre do sertão me enche de alegria aqui em casa, até quando estou triste”


Matheus Nachtergaele - Ator, diretor e autor

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